segunda-feira, 13 de junho de 2011

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sábado, 24 de abril de 2010

Há dois meses, homicídio do Senhor Valdenor Nunes em Lavras da Mangabeira continuam sem solução

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Neste sábado dia 24 de Abril estará fazendo 2 Meses de um homicídio que abalou a cidade de Lavras da Mangabeira, caso esse que deixou muita gente comovida e aumentando cada vez mais o medo de se viver em paz, tendo que pessoas de bens, trabalhadoras que ficar enjauladas em suas próprias casas.

Relembrando o caso.


Foi na noite de terça-feira de carnaval para a madrugada de quarta-feira de cinzas quando a PM de Lavras através do 190 foi informada por populares, acerca de uma pessoa que se encontrava lesionada a bala, a viatura se deslocou até a Rua Júlia Lôbo onde vieram a encontrar o Sr. Valdenor Nunes, conhecido por Valdo da Padaria, casado, padeiro, 52 anos de idade e que se fosse vivo teria completado 53 anos no último dia 21 de Março.

Segundo a Policia o mesmo estava caído na calçada de sua residência com uma perfuração a bala na altura do Abdômen, a vitima estava consciente, vindo a relatar aos policias que se encontrava dormindo quando foi surpreendido por dois elementos dentro de sua residência, disse ainda que eles entraram pela porta da sua residência que fica próxima a um matagal, e na tentativa de assalto, acabou sendo lesionado com um tiro a altura do abdome.

A vítima foi socorrida pela composição da viatura para o Hospital local, sendo logo em seguida transferido para o Hospital da cidade de Barbalha, onde passou por cirurgia ainda naquela madrugada, mas não resistindo a grave perfuração, de somente uma bala, mas que atingiu vários órgãos vitais do corpo. Após 8 dias internados naquele hospital, o paciente foi transferido para a UTI com problemas respiratórios e chegando a Óbito na Quarta-Feira dia 24 de Março às 23:00h.

Dois meses já se passaram e ainda os indivíduos não foram presos. Toda a população de Lavras da Mangabeira esperam que a polícia consiga resolver esse caso e punem esses dois elementos que estão soltos e que podem voltar as fazer outras tentativas de assaltos ou outras vítimas fatais.

A nossa querida, pacata e pequenina cidade de Lavras da Mangabeira chegou a esse ponto, aonde pessoas do bem, trabalhadoras, que passam o dia e até mesmo a noite trabalhando para o sustento da sua família, terem que ficar trancadas, sem proteção alguma, com medo que isso possa acontecer um dia, famílias essas que ficam a mercê da bandidagem, esse ciclo de pessoas que nos dias de hoje se entregam as drogas, violências, praticam crimes e assaltos somente para manter o vício da drogas, são essas pessoas que não tem coragem de estudar, de trabalhar e ter uma vida digna.

Infelizmente somos nós, pessoas de bem, que temos que pagar, até mesmo com nossas vidas, a imprudência demasiada desse tipo de gente.

Autoridades lavrenses, autoridades estaduais, autoridades nacionais. Até quando iremos viver assim?

Damiana Nunes, sobrinha de Valdenor Nunes enviou uma crônica demonstrando os seus sentimentos e a sua inconformidade com que aconteceu com seu tio. E diz assim:

Lavras viu nascer, sem imaginar que aquela criança seria no futuro um guerreiro a deixar gravado na história da sua personalidade marcante de um homem digno, trabalhador e honesto.

Um homem que se foi, mas a sua personalidade continua vivo entre nós como uma luz que mais brilha na terra do sol e que a envaidece a todos que tiveram o privilégio de compartilhar do seu dia-a-dia e de ter sido seu conterrâneo.

Não haverá folhas suficientes para registrar as realizações de Valdenor Nunes. Um homem digno que trabalhava de sol a sol.

Fico imaginando, como pôde uma coisa dessas acontecer dessa maneira? Um senhor tão trabalhador, chegar cansado depois de uma dia inteiro de trabalho, deitar-se para repousar e no descanso de seu lar, chegar duas pessoas tão perversas, tão frias, tão sem compaixões, sem Deus no coração e surpreende-lo daquela maneira.

Tio, meu tio querido, você é um pedaço de nossas vidas que não será esquecido. Sua ausência nunca será sentida, pois o senhor tem um lugar no coração de cada um de nós. Onde estiver agora, tenho certeza que estará mais vivo ainda nas lembranças dos seus filhos, sua esposa, sua nora, seu neto, irmãos, sobrinhos, parceiros de trabalho, amigos verdadeiros e admiradores da sua força imbatível e de sua sabedoria.

O senhor foi um vencedor, lutando como pôde pela sua sobrevivência e tendo sempre como companheira eterna a dona Luziê, que superaram juntos todos os obstáculos da vida.

Com simples palavras não dá para relatar tudo o que você Valdenor Nunes, representou para todos nós e por isso vem através desta emissora e escrevo esta mensagem;

A distância que nos separa agora é muito grande, mas a sua presença forte e vibrante elimina por completa a sua ausência. Um homem de garra, força e coragem e que nunca desistia e sempre enfrentava seus problemas de frente sem nunca baixar a cabeça.

O Senhor Valdenor Nunes, deixou pegadas luminosas na longa estrada da existência, essas pegadas jamais serão apagadas pelo vento do esquecimento.

No momento em que chegou a notícia da sua viagem para o outro lado da vida, pensei em te ofertar uma coroa de flores, então senti o cheiro da morte, mas o senhor não haverá de morrer porque a sua história de vida estará cada vez mais viva na minha alma e na alma dos que aprenderam a entende-lo.

No lugar de uma coroa de flores, trago-lhe papel e tinta molhados com as lágrimas da saudade.

Escreveu Damiana Nunes, sobrinha do nosso amado e querido VALDENOR NUNES.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

Realizada hoje missa de 1º mês de falecimento do Sr. Valdenor Nunes

Hoje, dia 25 de Março de 2010 foi celebrada a missa de 1º mês de falecimento do Sr. Valdenor Nunes, mais conhecido por Valdo da Padaria, casado com Maria Furtado Nunes, dona Luziê e pai de Valluz Nunes, radialista, locutor e diretor de programação da Rádio Vale do Salgado Ltda. A missa foi celebrado pelo reverendíssimo Padre Benedito Evaldo Alves na Igreja Matriz de São Vicente Ferrer.

Familiares e amigos ainda consternados com o acontecimento trágico se emocionaram ao relembrar da pessoa que Valdenor sempre foi.

Valdo da padaria, homem honesto, trabalhador e que sempre visava proporcionar alegrias as pessoas que os cercavam, ensinava sempre a verdade e preservava as amizades.

Foi na terça-feira de carnaval dia 16, que foi dormir mais cedo, vencido pelo cansaço do trabalho do dia que ele e sua esposa estava no descanso do seu lar e por volta das 23:30h duas pessoas, que deviam estar sob efeito de drogas, adentraram na residência da vítima e atiram contra Valdenor Nunes, na altura do abdômem. Este levado ao Hospital São Vicente em Lavras e sendo transferido para o o Hospital São Vicente de Paula em Barbalha.

Mesmo com um quadro clínico grave, o Sr. Valdenor Nunes sempre mostrava no seu semblante a vontade de viver e a esperança de logo está em casa com seus familiares e rever os amigos.

Valdenor Nunes faleceu após oito dias de lutas incansáveis dos médicos na tentativa de conter uma infecção no peritônio. O óbito aconteu na noite de quarta-feira dia 24 de Fevereiro de 2010.

JOSÉ BESERRA DE ARAÚJO conhecido por Zé de Plácido de Amaniutuba, escreveu uma crônica no dia 1º de Março, demostrando seu pesar pela triste tragédia e enviou ao departamento de Rádiojornalismo da Rádio Vale do Salgado, cujo título é: A MORTE DE UM PAI, A DOR E A SAUDADE DE UM FILHO.

E desde já, eu, Valluz Nunes e família agracemos ao Sr. Zé Plácido pelas palavras de conforto, neste momento de dor e tristeza.

Acompanhe agora na íntegra esta crônica.


A MORTE DE UM PAI, A DOR E A SAUDADE DE UM FILHO.

A cidade de Lavras da Mangabeira perde mais um filho querido, o Dr. Valdenor Nunes, um homem honesto. Honrado e trabalhador a toda prova, que tinha um só objetivo: proporcionar dias melhores para sua família e para todos que o cercavam e com certeza, como bom pai orgulhava-se do seu filho VALLUZ NUNES pelo seu amor filial, pela sua capacidade, inteligência, dedicação a sua família, também honesto, trabalhador e acima de tudo, amigo inseparável do seu querido pai.

E de repente o Sr. Valdenor Nunes entra no rol das vítimas pela violência cruel deste mundo conturbado, onde o homem perdeu a razão de ser e viver matar sem piedade o seu irmão, tirando a vida que é o Dom de Deus, de uma pessoa amiga de todos. Justa e que era admirado pela sociedade de Lavras da Mangabeira.

O Sr. Valdo da Padaria, como era conhecido por todos, estava no silêncio do seu lar, talvez dormindo ou orando a Deus, pedindo saúde e paz para si e seus familiares. e aí viu o seu sagrado lar ser invadido por pessoas sem amor no coração, desumanas e assassinas, no intúito de subtrair bens materiais de sua casa e o pior, tentando contra a vida daquele homem que do alto de sua simplicidade dispensava adjetivos, que era feliz sabia transmitir felicidades para todos. Hoje se chama saudade.

E assim o Sr. Valdenor Nunes, atingido por um projétil, foi conduzido para um Hospital de Barbalha, mas não resistindo aos ferimentos veio a óbito. E assim, nós leigos em medicina, refletimos o seguinte: o homem através da ciência e da tecnologia foi capaz de romper as barreiras da terra e conquistar o espaço sideral, mas não foi capaz de salvar a vida do nosso irmão Valdo da Padaria.

A Rádio Vale do Salgado, que tanto leva ao ar a palavra abalizada e a comunicação sadia e imparcial do Sr. Valluz Nunes, levando alegria aos seus ouvintes, não se negou de informar a todos, o falecimento do seu querido pai, Valdenor Nunes.

Podemos, Valluz, avaliar a dor e a saudade que sentes por teu inesquecível pai, que partiu para outros horizontes, para outra dimensão muito além deste manto azul que avistamos. E com certeza, Valluz, o teu pai está ao lado de Deus, absolvido de seus pecados, comtempla com alegria as belezas celestiais, com a conciência tranquila do dever cumprido aqui na terra como cristão autêntico e verdadeiro.

A lacuna impreenchível deixada por um pai, a dor e a saudade vivenciada por um filho em Lavras da Mangabeira. Paira no ar uma pergunta: ATÉ QUANDO E AONDE VAMOS CHEGAR, COM TANTA MAZELA SOCIAL, COM TANTA FALTA DE SEGURANÇA NESTE MUNICÍPIO, NO CEARÁ E NO BRASIL? Com a palavra as autoridades de Lavras, do estado e deste país, pois, nós, enquanto sociedade civil, nada podemos fazer, só lamentar. O que sabemos com categoria é que as leis deste país, são atropeladas pela política, o que é uma vergonha nacional.

Ouvindo o Dr. Arruda, do alto de sua sabedoria, fazer um relato dos acontecimentos referentes a assaltos em Lavras da Mangabeira, sempre batendo na tecla: falta de segurança neste município, gostaria de lembrar a toda população que aproveitem a vinda de seu Excelentíssimo o Governado do Estado do Ceará e peçam segurança, que aumente o efetivo policial, o que aconteceu com o Sr. Valdenor Nunes e com pessoas daqui de Amaniutuba e de todo este município, não pode virar rotina, o que acho que já virou, digam ao Governador que, se não podemos consertar o mundo, mas a tentativa é válida.

Portanto, Valluz, o teu pai se foi, mas deixou o que há de mais sagrado, os exemplos de um pai dedicado, que sorria sempre para ver o sorriso do seu semelhante. E o Deus que permitiu a ida do teu genitor para a eternidade é o mesmo Deus que vai te confortar, te dá força e resignação para aceitar esta separação, busque no amor de Cristo, o refúgio para tuas aspirações. A Rádio Vale do Salgado e seus ouvintes, precisam de tuas atividades como radialista, tua família como sempre está ao teu lado, te confortando espiritualmente, mostre para o teu filho, o que tú fostes para o teu pai, não chores mais, sabemos que chorar é um desabafo natural, mas o teu querido pai que está naquela mansão sagrada, aonde não existe o pecado e nem a morte, precisa apenas de PRECES E NADA MAIS.

Um abraço de pesar em nome de todos de Amaniutuba.

Escreveu, JOSÉ BESERRA DE ARAÚJO. (Zé de Plácido).

Amaniutuba, 01 de Março de 2010.

terça-feira, 23 de março de 2010

AGENDA DO DIA 03 DE ABRIL DE 2010

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Nesse Sábado de Aleluia dia 03 de abril o VALSOM estará no RECANTO CLUBE DE QUITAIÚS, realizando uma feijoada dançante, promoção dos alunos do 9º ano da Escola Joaquim Leite Teixeira de Quitaiús.

O evento começa as 17:00h.

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domingo, 21 de março de 2010

PAPAI - Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo!

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Hoje o Senhor completaria 53 anos de vida. Essa data sempre me lembro que na Rádio eu tocava uma canção que todos os anos era ouvida pelo senhor. Essa mesmma canção que solicitei que tocassem na minha última despedida, momentos antes do seu sepultamento. Essa canção que sempre será registrada como a canção do seu aniversário.

E é por isso que hoje, meu querido meu velho e meu amigo, te ofereço novamente essa canção!

Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
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sábado, 20 de março de 2010

Caso de Homicídio do Senhor Valdenor Nunes continua sem solução.


POR SEU FILHO VALLUZ NUNES

Hoje quarta-feira dia 17 de Março está fazendo 1 Mês de um homicídio que abalou e ainda hoje deixa muita gente comovida com o fato ocorrido em Lavras da Mangabeira.

Foi no finalzinho da noite de terça-feira de carnaval para a madrugada de quarta-feira de cinzas quando a PM de Lavras através do 190 foi informada por populares, acerca de uma pessoa que se encontrava lesionada a bala, a viatura se deslocou até a Rua Júlia Lôbo onde vieram a encontrar o Sr. Valdenor Nunes, conhecido por Valdo da Padaria, casado com a Senhora Maria Furtado Nunes, Dona Luziê como é conhecida popularmente, pai de Valluz Nunes, esse que vos fala, padeiro, 52 anos de idade, no próximo domingo dia 21 de Março o Senhor Valdenor Nunes completaria 53 anos.

Segundo a Policia o mesmo estava caído na calçada de sua residência com uma perfuração a bala na altura do Abdômen, a vitima estava consciente, vindo a relatar aos policias que se encontrava dormindo quando foi supreeendido por dois elementos dentro de sua residência, disse ainda que eles entraram pelo os fundos da sua casa que fica próxima a um matagal, ao tentar reagir a tentativa de assalto, acabou sendo lesionado com um tiro a altura do abdômem.

A vítima foi socorrida pela composição da viatura para o Hospital local, sendo logo em seguida transferido para o Hospital da cidade de Barbalha e foi acompanhado por seu filho Valluz Nunes que acompanhou até o último momento.

A esposa do Senhor Valdenor Nunes lembra em relatos que o mesmo chegara do seu sítio por volta das 18:00h e tivera sofrido ferroadas de abelhas e estava com bastante dor de cabeça devido as picadas das abelhas na região da cabeça, rosto e orelhas e foi para sua residência deitar mais cedo porque não agüentava as dores.

E por volta das 23:30h acordou assustado com a presença de dois indivíduos dentro de sua residência anunciando assalto. A vítima tentou fechar a porta do quarto, para não se confrontar com os bandidos, mas os dois ladrões foram mais fortes e insistentes ao ficarem empurrando a porta a ponto de não deixar a vítima fechar por dentro, foi quando a vítima percebeu que não conseguiria se proteger com sua esposa no quarto do casal e então saiu de braços abertos tomando a frente dos ladrões para que sua esposa pudesse sair sem ser machucada e pedir ajuda.

Ajuda essa que chegou tarde demais, pois quando os ladrões disparam os tiros no qual um deles perfurou o abdome de Valdenor Nunes, evadiram-se pelo mesmo lugar por onde entraram na residência, pela porta do muro tomaram rumo ignorado.

O Senhor Valdenor Nunes entrou na sala de cirurgia no Hospital São Vicente de Paula em Barbalha na madrugada de Quarta-Feira dia 17 exatamente ás 03:15h e durou por volta de três horas e meia.

Segundo o Cirurgião a cirurgia foi sucesso, mas o paciente teria perdido muito sangue e passou toda o momento cirúrgico em choque. O médico informou que uma única bala atingiu a vítima e perfurou abaixo do peito atingindo a veia cava, que é a principal veia que transporta o sangue venoso do abdómen e dos membros inferiores para o coração, atingindo também órgãos vitais como fígado, estômago e baço. O projétil não ficou alojado. A bala saiu pelas costas. Ainda segundo o cirurgião o estado do paciente era grave.

O senhor Valdenor Nunes aspiravas recuperações, aonde até chegou a andar, tomar banho, conversar e se sentir com disposição. Mas como o estado era grave no quarto dia apareceu em seu quadro clínico febre constante ao que foi constatado infecção no peritônio que é uma membrana serosa, a maior do corpo humano, transparente, com duas camadas que cobre as paredes abdominais e a superfície inferior do diafragma e se reflete em vários pontos sobre as vísceras, formando uma cobertura completa para estômago, intestinos, entre outros órgãos vitais.

O paciente foi transferido para a UTI com problemas respiratórios e chegando a Óbito na Quarta-Feira dia 24 de Março ás 23:00h por taquicardia.

O familiares foram informado do acontecido por volta das 23:28h e logo se encarregaram da documentação necessário para a retirada do corpo para o IML para ser feito a autópsia.

O corpo de Valdenor Nunes chegou a sua residência na quinta-feira dia 25 entorno das 15:30h aonde já se encontravam uma grande multidão de pessoas a espera inconformados com acontecido. A Missa de corpo presente foi realizada na igreja matriz de são Vicente Férrer em seguida o seu sepultamento no cemitério local na sexta-feira dia 26. Ao chegar à igreja matriz, a população presente, como forma de homenagem ao amigo, irmão e cristão Valdenor Nunes, aplaudiram na chegada do corpo mostrando assim o quanto ele fez o bem aqui em Lavras da Managabeira.

Ao final da missa o Dr. Francisco Vasconcelos de Arruda Sobrinho, fez uma homenagem como amigo, irmão, que sempre teve reconhecimentos sinceros da esposa, do filho, dos irmãos e familiares de Valdenor Nunes.

Neste dia 25 de Março às 07:00h da manhã será realizada a missa de 1º mês de falecimento de Valdenor Nunes, celebrada pelo Padre Evaldo Alves. A família agradece desde já a todos os amigos, familiares que estiverem presentes e que se consolidou neste momento de tristeza e dor.

Um mês já se passaram e ainda os indivíduos responsável pelo homicídio de Valdenor Nunes não foram presos. A população por inteira está torcendo que esse caso chegue ao fim e punem esse dois elementos que estão soltos pelas ruas da cidade e soltos podem voltarem as fazer outras tentativas de assaltos ou outras vítimas fatais.

Quem diria, a pacata e pequenina cidade de Lavras da Mangabeira ter chegado a esse ponto, aonde pessoas do bem, trabalhadoras, que passam o dia e até mesmo a noite trabalhando para o sustento da sua família, terem que ficar trancadas, sem proteção alguma, com medo que isso possa acontecer um dia, famílias essas que ficam a mercê da bandidagem que ficam soltos por aí.

Até quando nós vamos viver assim?

Por: Valluz Nunes